MUSEU DE ARTE DE SÃO PAULO ASSIS CHATEAUBRIAND
MASP ACONTECE
Edição 140 – 6.2017

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Em junho, o MASP inaugura a maior exposição já dedicada à obra do artista francês Henri de Toulouse-Lautrec. No mesmo dia, acontecem as aberturas das mostras de Miguel Rio Branco: nada levarei qundo morrer e Tracey Moffat: Montagens. O Museu abre normalmente no feriado de Corpus Christi (15.6).

 

EXPOSIÇÃO

TOULOUSE-LAUTREC EM VERMELHO

De 30.6 a 1.10


O MASP inaugura, no dia 30 de junho, Toulouse-Lautrec em vermelho, a maior exposição dedicada à obra do francês Henri de Toulouse-Lautrec (1864-1901) já realizada no Brasil. Em torno do tema da sexualidade, a mostra conta com 75 obras, entre pinturas e gravuras, que estão entre as mais emblemáticas do artista. Inteiramente concebida e produzida pelo MASP, com empréstimos de importantes museus e coleções particulares, nacionais e internacionais, como Musée d’Orsay, de Paris, e Tate e Victoria & Albert Museum, de Londres, a exposição apresenta algumas das mais célebres cenas de Toulouse-Lautrec sobre a vida noturna parisiense, com seus cabarés, cafés, salas de concerto e bordéis; e seus personagens, como prostitutas, boêmios e dançarinos. Com curadoria de Adriano Pedrosa, diretor artístico, e Luciano Migliaccio, curador-adjunto de arte europeia, Toulouse-Lautrec em vermelho faz parte de um amplo programa do MASP, que dedicará suas exposições e atividades de 2017 aos temas da sexualidade.

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EXPOSIÇÃO

MIGUEL RIO BRANCO: NADA LEVAREI QUNDO MORRER

De 30.6 a 1.10


Juntamente com a abertura de Toulouse-Lautrec em vermelho, o MASP inaugura a individual de Miguel Rio Branco, Miguel Rio Branco: nada levarei qundo morrer. A mesma apresenta 61 imagens de sua famosa série fotográfica do bairro Maciel, em Salvador, que o artista frequentou durante seis meses, em 1979. Permeada pelo tema da sexualidade, as obras exibem cenas de ambientes públicos e privados, como prostíbulos, bares, calçadas e quartos, de personagens que vivem e convivem em uma área estigmatizada e marginalizada pela prostituição, pobreza e criminalidade. A exposição tem curadoria de Adriano Pedrosa, diretor artístico, Rodrigo Moura, curador-adjunto de arte brasileira, e assistência de Tomás Toledo, curador.

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EXPOSIÇÃO

TRACEY MOFFAT: MONTAGENS

De 30.6 a 1.10


Tracey Moffat: Montagens é o nome da terceira exposição que o MASP abre no dia 30 de junho junto com as mostras de Henri de Toulouse-Lautrec e Miguel Rio Branco. A mostra ocupa a sala de vídeo do 2º subsolo do Museu com três vídeos da artista Tracey Moffatt (Brisbane, 1960), da série Montages, LOVE [Amor] (2003), OTHER [Outro] (2009) e LIP [Atrevimento] (1999). A artista australiana realizou essa série ao longo de uma década, de 1999 a 2015, com a colaboração do editor, Gary Hillberg. A série compreende um total de oito vídeos que criam novas narrativas a partir de cenas de filmes do cinema mundial, muitos hollywoodianos. Nos três vídeos exibidos no MASP, Moffatt lida com estereótipos e personagens arquetípicos do inconsciente coletivo ocidental, tratando de questões de raça, gênero e alteridade.

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EXPOSIÇÃO

QUEM TEM MEDO DE TERESINHA SOARES? E WANDA PIMENTEL: ENVOLVIMENTOS

De 28.4 a 6.8 e de 19.5 a 17.9, respectivamente


Inseridas no contexto da programação de 2017 do Museu, que atenta para temas da sexualidade e de gênero, o MASP apresenta duas exposições de artistas mulheres que trabalharam com questões relacionadas ao corpo feminino entre os anos 60 e 70. Quem tem medo de Teresinha Soares?, em cartaz até 6.8, apresenta cerca de 50 da obras da artista mineira Teresinha Soares, que foi uma das primeiras artistas brasileiras a tratar de temas de gênero e a defender os direitos e a liberdade sexual da mulher. Já em Wanda Pimentel: envolvimentos, em cartaz até 17.9, a artista carioca Wanda Pimentel exibe cerca de 30 obras da série Envolvimento, realizada entre os anos 1968 e 1970. As pinturas retratam cenas do cotidiano doméstico e fragmentos do corpo feminino, que representam uma crítica à sociedade de consumo e ao período de intensa repressão da ditadura militar no Brasil. Os catálogos das exposições já estão disponíveis na loja do MASP, com 20% de desconto.

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MASP PROFESSORES

A MÃO DO POVO BRASILEIRO: DESCOLONIZAÇÃO E EDUCAÇÃO POPULAR

10.6. Sábado, 9h-14h. Gratuito


O tema do próximo encontro do programa MASP Professores é educação popular. Tendo como pano de fundo exposições de artistas que estão fora do circuito acadêmico das artes, a atividade visa discutir a educação popular como forma de “descolonização”, para repensar a produção de narrativas e discursos em espaços como a escola e o museu. No MASP, o caminho adotado para enfrentar este debate tem sido abranger em seus programas e acervos os artistas e produções locais que estiveram fora dos circuitos oficiais da arte e da academia. Como precedente dessa prática museológica, o museu reencenou a exposição A mão do povo brasileiro, realizada pela primeira vez em 1969. Com um vasto panorama da rica cultura material do Brasil, a exposição propôs a discussão acerca das noções de “arte popular” e “cultura popular”. A programação foi construída em parceria cultural com a ONG Ação Educativa e é direcionada a professores e interessados em geral. Inscrições abertas!

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MASP SEMINARIOS

HISTÓRIAS INDÍGENAS

22 e 23.6. 9h-17h30. Gratuito


Em junho, o MASP promove o seminário Histórias indígenas. Ao longo de sua história, o Museu organizou diversas exposições com objetos e registros de comunidades indígenas localizadas no território brasileiro: Exposição de arte indígena (1949), Arte karajá (1984), Índios yanomami (1985) e Arte indígena kaxinawa (1987). Nesse sentido, mantendo o seu compromisso de se constituir como um museu aberto e plural na abordagem das mais variadas manifestações de cultura visual, o MASP acredita na importância de se estabelecer uma discussão mais ampla e aberta sobre essas “histórias”. A partir de diferentes perspectivas, o seminário irá apresentar e discutir a riqueza das culturas materiais e imateriais indígenas, suas filosofias e cosmologias e as possibilidades de se trabalhar com esses universos no contexto expositivo e museológico. Retirada de ingressos nos dias do evento, duas horas antes do início do seminário.

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CURSO

A PRESENÇA NEGRA NA ARTE BRASILEIRA

22, 29.6 e 7.7, 19h30


O curso A presença negra na arte brasileira: entre políticas de representação e espaços de representatividade é organizado em três encontros e ministrado pelo professor Hélio Santos Menezes Neto. Com a proposta de refletir sobre as relações entre arte e raça no Brasil, de maneira introdutória e um diálogo transdisciplinar entre antropologia, arte e história, o curso tratará de examinar a presença negra nas artes plásticas, do século XVIII aos dias atuais, com foco na produção contemporânea. Além disso, trará discussões entre tema e autoria negras como critérios ora divergentes, ora complementares de classificação e escolha curatoriais; e o jogo complexo entre políticas de representação e iniciativas de representatividade racial nos circuitos artísticos, tomando o acervo do MASP como objeto de análise. Amigo MASP tem desconto de 10% na matrícula. Inscreva-se no site.

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AV. PAULISTA, 1578
SÃO PAULO SP

TER – DOM 10H – 18H
QUI 10H – 20H


R$ 30 INTEIRA
R$ 15 PROFESSORES, ESTUDANTES
E MAIORES DE 60 ANOS
GRÁTIS TER 10H – 18H

55 11 3149.5959
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